como o angioedema hereditário é diagnosticado?

 

O diagnóstico começa conversando com seu médico. Como o AEH é raro, poucas pessoas ouviram falar dele, incluindo muitos médicos1. É por isso que obter um diagnóstico preciso pode ser desafiador.

 

 

O que esperar na consulta com seu médico

O histórico clínico é um componente importante do diagnostico do AEH. A diretriz brasileira orienta investigação de manifestações clínicas, como: frequência e duração dos edemas (inchaços), assim como os locais em que eles ocorrem1.

É possível que haja investigação sobre o histórico familia, visto que este auxilia no diagnostico de AEH, apesar de que pode estar ausente em ate um quarto dos casos1.

O que esperar na consulta com seu médico


<h4>O que esperar na consulta com seu médico</h4>

O histórico clínico é um componente importante do diagnostico do AEH. A diretriz brasileira orienta investigação de manifestações clínicas, como: frequência e duração dos edemas (inchaços), assim como os locais em que eles ocorrem1.

É possível que haja investigação sobre o histórico familia, visto que este auxilia no diagnostico de AEH, apesar de que pode estar ausente em ate um quarto dos casos1.

spotblock image é bom saber

Você ainda pode ter AEH, mesmo que ninguém mais em sua família tenha. Um em cada quatro casos de AEH resulta de uma mutação genética espontânea1.

 

Testes para confirmar um diagnóstico

Se houver suspeita de AEH, um exame de sangue pode ser utilizado para auxiliar na confirmação do diagnóstico. Este exame irá avaliar a quantidade da proteína C1-INH presente no sangue1.

Além disso, outras informações como o histórico familiar e avaliação clínica devem ser levados em consideração pelos médicos na avaliação1.

 

 

 

Referências: 1. Giavina-Bianchi P, Arruda LK, Aun M V., Campos RA, Chong-Neto HJ, Grumach AS. Diretrizes brasileiras para o diagnóstico e tratamento do angioedema hereditário - 2017. Arquivos de asma, alergia e imunologia 2017; 1: 23–48. 2. Valle SOR, et al. Angioedema hereditário. Rev bras alerg imunopatol, v. 33, p. 80-87, 2010. Disponível em <http://www.sbai.org.br/revistas/Vol333/angioedema_33_3.pdf>. Acesso em 11 de março de 2019.